Modalidades da PCR

O diagnóstico do mecanismo de PCR exige imediata monitorização do ritmo cardíaco. O reconhecimento precoce da modalidade ou mecanismo de PCR permite adequar o tratamento e, consequentemente, melhorar a sobrevida da vítima.
 
A PCR ocorre nas seguintes modalidades:
 
• Fibrilação ventricular (FV);
• Taquicardia ventricular (TV) sem pulso;
• Atividade elétrica sem pulso (AESP);
• Assistolia.
 
RITMOS CHOCÁVEIS:
 
Fibrilação ventricular – É a contração incoordenada do miocárdio em conseqüência da atividade caótica de diferentes grupos de fibras miocárdicas, resultando na ineficiência total do coração em manter um rendimento de volume sangüíneo adequado. No ECG, ocorre a ausência de complexos ventriculares individualizados que são substituídos por ondas irregulares em ziguezague, com amplitude e duração variáveis.
 
Taquicardia ventricular sem pulso – É a sucessão rápida de batimentos ectópicos ventriculares que podem levar à acentuada deterioração hemodinâmica, chegando mesmo a ausência de pulso arterial palpável, quando, então, é considerada uma modalidade de parada cardíaca, devendo ser tratada com o mesmo vigor da FV. O ECG caracteriza-se pela repetição de complexos QRS alargados não precedidos de ondas P e, se estas estiverem presentes, não guardam relação com os complexos ventriculares.
 
RITMOS NÃO CHOCÁVEIS:
 
Atividade elétrica sem pulso – É caracterizada pela ausência de pulso detectável na presença de algum tipo de atividade elétrica, com exclusão de taquicardia ou FV. Ao ECG, caracteriza-se pela presença de alguma atividade elétrica organizada que não produz resposta de contração miocárdica eficiente e detectável.
 
Assistolia – É a cessação de qualquer atividade elétrica ou mecânica dos ventrículos. No eletrocardiograma (ECG) caracteriza-se pela ausência de qualquer atividade elétrica ventricular observada em, pelo menos, duas derivações.
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